Colheitas do tempo
Pesquisas Históricas

garimpo de vestígios
         que enriquece o presente

 

Fragmentos, resquícios e rastros do passado. Caminhos e roteiros pelo intangível. Reminiscências palpáveis.

trabalhos como pesquisador

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Saberes do Vale, 2017. Concepção e execução: fotocontexto - foto vídeo convergência / tomara! educação e cultura. Direção: Eduardo Barcellos / Rudá K. Andrade; fotografia:  Eduardo Barcellos, Daniel Tancredi, Gui Tamburus; Pesquisa: Rudá K. Andrade / Guilherme Lopes; Edição: Matias Lancetti; Assistente de edição: Paola Penna; Trilha sonora: Caco Farias; Produção: Zeca Ros / Raul Cavalcanti; Design: Tuut.

ANTROPOFAGIA

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O conceito de antropofagia é polifônico e chega a alcançar múltiplos sentidos e interpretações. Desde o Manifesto antropófago, que plantava conceitos “móveis e voláteis” em uma linguagem atemporal, misturando passado, presente e futuro, o termo antropofagia adquire maleabilidade conceitual capaz de adaptações e mutações mil. Todas essas experiências e reflexões foram capazes de remodelar os limites iniciais da significação metafórica da antropofagia modernista.

Hoje é necessário trazer o termo para os diálogos culturais contemporâneos, remodelar o conceito, alinhar com as estratégias de descolonização e táticas de resistência ao poder hegemônico. Ressignificar sua potência questionadora das estruturas coloniais. Aquecer a antropofagia em sua perspectiva decolonial, de resistência e subversão, assim como praticar as políticas de afetos e abrir espaço para o protagonismo de cozinhas, gramáticas, pensamentos, afetividades, expressões, práticas e entendimentos de mundo diferentes da ótica racional, capitalista e eurocêntrica.